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Uma válvula de escape, onde eu escrevesse mais do que no Twitter, com conteúdo pessoal e sem interesse na audiência.
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A falta de controle gera libertinagem, ele é necessário para que se mantenha a ordem. Porém, o excesso dele pode ser nocivo à liberdade de expressão dos meios de comunicação. Nem todo conteúdo que é barrado na mídia é necessariamente censurado, na maioria das vezes é apenas uma questão de bom senso.
No Brasil é comum programas humorísticos de televisão satirizarem algumas minorias da sociedade, às vezes a comédia ultrapassa alguns limites, como por exemplo, quando fala sobre portadores de alguma doença ou deficiência física/mental. Se não houvesse o controle sobre o que é transmitido, a ética seria perdida e o nível de baixaria dos programas seria muito mais alto.
A área jornalística também deve ser controlada, não a parte formal do ramo e sim aquela que ultrapassa os limites do sensacionalismo e apelam para ter audiência às custas da desgraça alheia. Atualmente vemos programas que distorcem a verdade e fazem render excessivamente um determinado tema para prender a atenção do telespectador. Deveria existir alguma forma de ordenação deste meio, o qual nos passaria somente a realidade de forma limpa e clara.
Na teledramaturgia esse controle deve ser intensificado. Grande parte das obras que nos são transmitidas possui conteúdo imoral, o que incentiva a população a praticar o que lhe é mostrado como atrativo. Nota-se claramente que as novelas contribuem para a criação de estereótipos principalmente nos jovens, gerando preconceito e perda de personalidade.
Não se trata de censura, pois esta beneficia apenas um determinado grupo social, mas sim de um controle de informações que impediria que conteúdo sem utilidade alcance nossas mentes e desmoralize a sociedade, sendo de serventia para o bem geral.