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Uma válvula de escape, onde eu escrevesse mais do que no Twitter, com conteúdo pessoal e sem interesse na audiência.
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Quando sua fome desaparece e seu raciocínio tem o ritmo desacelerado, é sinal de que o seu nível de stress ultrapassou os limites do saudável. Poucas horas de sono, muitos afazeres incompletos, pressão no trabalho, transporte público ridículo de tão ineficiente: essas são as principais razões pelas quais meu organismo vem mostrando alguns distúrbios psíquicos e fisiológicos.
A sensação de alienação e desinformação em relação ao mundo também é muito incômoda. Passo mais tempo na rua do que em casa e menos ainda com disponibilidade de acesso a notícias na internet (muito menos televisão e rádio). Como estudante de Comunicação Social e futuro jornalista, isso poderia ser considerado um pecado. Mas como universitário sobrecarregado, mereço ser perdoado.
Não tenho mais tempo pra fotografar, escrever, ouvir música, conversar com meus amigos de longe, assistir a filmes e séries, nada que me faça bem ou que me divirta. Quase a totalidade do meu tempo é gasto com deveres acadêmicos e profissionais. Tenho me sentido um bitolado, um robôzinho, um operário insignificante de uma grande indústria de dois séculos atrás. Não era pra justamente ocorrer o contrário? Entrar no meio da elite intelectual do país tem me deixado mais desligado do universo do que a diabolizada televisão.
Não é difícil perceber que o tempo tem sido o meu bem intangível mais precioso nas últimas semanas. Cada minuto gasto com cada passo que dou é calculado previamente pra evitar atrasos e dividir mais ou menos equilibradamente meus afazeres. Péssimo é quando ele escoa pelos dedos por motivos que você não entende porque é obrigado a lidar.
A principal perda de tempo no momento é uma disciplina de exatas que preciso cursar, graças ao descaso (ou incompetência) das autoridades da Escola de Comunicação da UFRJ. Sistemas da Informação, também conhecida como um amontoado de números, fórmulas e metáforas que nada me acrescentam como comunicólogo nem como pessoa, é o karma de ser ecoíno. Talvez a disciplina tenha sido útil há algumas décadas, mas não mais. E os próprios engenheiros da computação o admitem. Enquanto isso, nessa mesma instituição, não temos uma disciplina de Sociologia, por exemplo.
No entando, existem matérias que me fazem raciocinar e muito me agregam de conhecimento, inclusive teóricas que, a princípio, parecem chatas. Existe teoria do bem, também conhecida como Antropologia, Fotografia e algumas outras. Essas, sim, são ginástica pros neurônios.
Só queria que meus queridos professores entendessem que quando não consigo ler determinado texto eventualmente, não é por preguiça, procrastinação ou vagabundagem, mas sim por falta de tempo causada por seus próprios colegas. Não deveriam se esquecer de quando eram graduandos, como eu, e passavam por situações até piores.
Essas crises de meio de período não deveriam me causar nenhuma surpresa, afinal, em todos meses estudando nesse centro de ensino vital, é a terceira vez que isso me acontece. Mas admitemos que a soma do aumento da carga horária do estágio somada ao acúmulo de quatro cursadas disciplinas por dia é, no mínimo, sufocante. Minha vida pessoal também não tem ajudado muito a suportar esse peso, não. Pelo contrário, a Lei de Murphy tem se aplicado a todas as esferas do meu ser. Enquanto isso, uma intuição me diz que vai passar e que as coisas vão melhorar. E vão mesmo. Lembra da época em que eu pegava o trem na Central do Brasil às 7 da noite todo santo dia?
Muitas vezes a máxima bíblica que diz que a verdade nos libertará fez sentido na minha vida. O efeito positivo da mentira e do fingimento não costuma ser duradouro e acaba nos prendendo numa série de situações delicadas. A verdade é o meu objeto de desejo como (futuro) jornalista. Nada mais justo do que a defesa dela por minha parte. Entretanto, outra máxima popular diz que coisas em excesso, não importa o quê, se tornam ruins. A verdade poderia ser incluída nesse conjunto. A liberdade obtida através dela é eterna e traz a sensação de leveza. Quando exageramos e não escondemos ou fingimos absolutamente nada, essa recompensa se transforma numa série de problemas. Logo, se torna melhor sofrer uma pequena restrição em suas escolhas do que passar por situações demasiadamente desconfortáveis.
“I love him
But every day I’m learning
All my life I’ve only been pretending
Without me, his world will go on turning”
Eponine de “Les Miserables” = eu versão fêmea.
Descobrir a verdade de um fato ruim destroi a felicidade construída durante todo um período de tempo. É inevitável que isso ocorra, afinal a simulação do oposto bom tem o prazo de validade curto. Não que seja melhor esconder o real, mas o desejo de que ele não exista domina completamente a cabeça. É exatamente assim que me sinto neste exato momento. Há uma pressão de pessoas muito próximas a mim para que eu esclareça a realidade sobre determinado assunto a determinado sujeito, tendo em vista um retorno positivo. Mas isso pode me causar certo constrangimento e humilhação, além de não me proporcionar nada de útil. Sem mencionar que a resposta da outra parte é um investimento de risco e pode vir um saldo negativo também. Posso estar errado, sei disso, mas tomei essa descisão usando a lógica e a observação empírica, não a intuição. Posso mudar de ideia também, dependendo das circunstâncias. É um direito meu.
Pulando para outro impasse na minha vida, dei-me conta de que tô caindo num mundo de simulações. Venho tentando esconder a minha real situação e compensar as perdas com ganhos paleativos, ou seja, preencher o vazio com rabiscos. Tô me tornando o que eu abominava e praticando o que achava errado. Pode ser uma mudança de paradigma, mas sinto culpa por isso. Minha moral é quase oposta à da minha geração. Faço isso inconsicentemente com o intuito de ofuscar a realidade e minimizar os efeitos negativos que ela surte em mim. Assim como Electra Heart no arquétipo Homewrecker. Não nego que a sensação é muito boa, porém não sei se essa atitude é saudável à alma. Na dúvida, o que eu devo fazer é experimentar e enfrentar as consequências. Só com a experiência vou adquirir sabedoria pra lidar com assuntos dessa vertente.
Arpoador, Rio de Janeiro.
Depois de uma lavagem cerebral que ocasionou uma brusca mudança de conceitos, resolvi fazer algumas alterações no que se passa em minha cabeça ao longo do dia. “O Segredo” (2007) me mostrou a Lei da Atração, que alguns amigos já me tinham apresentado, mas que nunca tinha pegado o espírito da coisa. Cheguei à conclusão de que devo esvaziar meu cérebro de stress, energia negativa e tudo que não me traz nada de bom. Seria possível? No meu primeiro dia de tentativas o mundo conspirou contra mim. Consegui me manter num certo nível de bom humor e sanidade por várias horas, apesar das circunstâncias. Não acho que perdi o controle da situação porque o máximo que fiz foi desabafar tudo com meu melhor amigo via Facebook. Não queria que isso fosse necessário.
Entre um cismo e outro, me vi numa crise existencial: a vida não ficaria sem graça sem as coisas ruins? Talvez parássemos de valorizar as boas, ou simplesmente enjoaríamos de uma bondade monótona. Às vezes é bom mergulhar num mar de amargura e ouvir o “Electra Heart” chorando e querendo que o mundo se acabe. É a mesma lógica de quem leva um pé-na-bunda e escuta Adele. Algum psicanalista poderia me explicar porque é tão bom tocar na ferida. Tenho uma teoria: o buraco que se abre é um portal por onde a mágoa sai dos limites conscientes, tornando-se uma memória neutra que não provoca mais o sentimento original causado pelo seu fator de criação.
Até que ponto devo conter os pensamentos negativos sem me infiltrar num mundo irreal e enganador? Esse masoquismo psicológico tem seu lado bom. Desses acontecimentos não desejáveis tiramos as experiências necessárias para um aprendizado de como lidar com a vida verdadeira. Por isso, quando imagino várias versões para um possível acontecimento futuro, incluindo as piores hipóteses, estou apenas me precavendo de como agir em determinada situação. Se pudesse, invalidaria as ondas energéticas desses pensamentos. Não quero carga negativa me seguindo. No entanto, enquanto não tiver a plena certeza de que o positivo vai neutralizar o negativo e de que um preparo prévio para o pior não será necessário, vou continuar me poupando de me poupar completamente de visualizações do lado ruim (e real) da vida.
Centro do Rio - onde passado e presente colidem.
Ah, se você soubesse de tudo que passa na minha cabeça nos momentos de ócio. Passado, presente e futuro se chocam. Memórias, expectativas e desejos me transportam para um mundo de simulações. Não faz ideia dos detalhes que guardo e do que imagino pra nós dois: um futuro, uma vida a bem longo prazo, coisa que normalmente não tem feito parte dos planos da maioria.
Alguém usando o mesmo perfume que o seu passa por mim na rua e meu corpo se paraliza involuntariamente. Melhor ainda quando está ao meu lado e a fragrância é mais forte e duradoura. Um esbarrão e o atrito das nossas peles troca o calor humano, mas que provoca um frio na espinha. Uma rápida olhada para sua expressão angelical e a minha atenção se retem em uma só imagem. Hipnose instantânea. O meu amor por você é ultra-sensorial.
A distância simbólica é o que me mata. Nunca estive tão perto, no entanto, você está longe de decifrar o que acontece por trás do meu semblante neutro e artificial. Aposto que nem vai ler esse texto. Não significo muito pra sua existência. Enquanto sou só mais um, continuo com meus calafrios de frustração e angústia, que só Deus sabe os efeitos físicos que podem surtir em meu corpo.
Mais um pouco do mal assombrado e decadente, porém muito charmoso e recuperando a dignidade, Palácio Universitário.
Lustre de uma das salas do Fórum de Ciência e Cultura, Palácio Universitário, UFRJ.
Fotos tiradas durante a gravação do “Inveja”.
Tempestade de granizo em Queimados/RJ no último domingo, 17/02. Fiquei mais de 4 horas sem energia e vários imóveis foram danificados na cidade. O estranho é que em Nova Iguaçu, que fica ao lado, não choveu tanto assim, muito menos na capital.
Quantas pessoas terei que beijar
Para descobrir com qual vou viver?
Será que vale a pena arriscar
Pegar sapinho e talvez adoecer?
Você não se preocupa com a qualidade
Já eu, não sou um investidor de risco
Acho muito vã essa imbecilidade
De preencher o vazio com rabiscos
Desejo algo confiável e concreto
Não um banal corpo descartável
Só saberei qual é o momento certo
Quando me doarem um coração amável
A carne reina soberana sobre o sentimento
É a regra-mor que a minha geração prega
Prefiro ser trancado eternamente num convento
Do que viver me enfiando por aí como uma cobra cega.
Quem leva uma rotina exaustiva como a minha tem baixas probabilidades de não sofrer de stress. Em muitos momentos sinto como se o mundo fosse cair na minha cabeça, mas passa. Costuma durar, no máximo, uma semana e meia. Deve ser o inferno astral, apesar do meu lado cético não acreditar muito na interferência espacial. Fico péssimo internamente nessas horas, sem quase nunca deixar escapar um vestígio da minha real situação. Felizmente, isso dura pouco tempo e ser feliz é a minha rotina . Já passei por ocasiões terríveis nessa vida e superei todas as que me lembro, ou seja, posso afirmar que tenho um emocional forte e resisto bem a essas turbulências.
Não posso dizer o mesmo de 95% das pessoas que me acompanham no dia-a-dia. São muito frágeis e se alteram com facilidade. Fazem tempestade em copo d’água e transformam um problema irrelevante numa crise global. Não sabem guardar pra si e acabam descontando indiretamente nos outros, inclusive em mim. Falta autocontrole, “energia positiva” e lógica nelas. Controle pra limitar seus desejos perversos, carga positiva pra tentar ver o lado bom das coisas e lógica pra entender quais são a soluções reais para o problema, ao invés de ampliá-lo.
Não sou nenhum Buda e não tô julgando ninguém. Eu mesmo já tive surtos de raiva seguidos de quebradeira. Mas até o meu ódio é racional: as únicas coisas que foram destruídas não tinham muito valor: uma caneta, que não foi inutilizada, e duas alças das portas do meu guarda-roupa, apenas. Após isso me arrependi e fiquei com pena desses objetos inocentes. Esses ataques não fazem parte da minha rotina (acontecem uma vez por ano, mais ou menos) e tenho notado uma diminuição do nível de revolta. A última vez foi no mês passado quando 3 professores resolveram me dar notas baixas, todos juntos. Admito que tive um momento de fraqueza, mas logo me recuperei e voltei ao normal, depois, é claro, de uma tentativa bem sucedida de melhorar a pior das notas injustas.
Então o meu conselho é: keep calm. Vejo imagens assim em lotes espalhados por toda a internet, mas não noto a mensagem desses posteres sendo posta em prática na vida offline. Tentem se autocontrolar, tanto pro próprio benefício (o de viver mais e melhor), quanto pro daqueles ao seu redor, que querem o seu bem e que não merecem ser prejudicados injustamente. Pensem antes de agir e tratem os outros como gostariam de ser tratados. São duas máximas mais do que clichês e repetidas, eu sei, e é por isso mesmo que devem ser resgatadas do esquecimento.


Eu poderia descorrer em uma crônica gigantesca o drama deste episódio da minha vida. Mas pra que desperdiçar palavras quando posso usar uma playlist que descreve com quase perfeição os meus estados de espírito durante a ocasião e até algumas situações de outros que apenas observei? O mais interessante disso tudo é que todas as músicas selecionadas são da mesma artista: Marina & The Diamonds. Não sei afirmar se nós dois vivemos ou presenciamos estórias muito parecidas ou se é pura coincidência ela ter composto uma música pra cada momento dessa fase da minha vida.
Esse capítulo, que valeu por uma temporada inteira, se chama choppada. É uma celebração semestral organizada pelos colegas ecoínos que acontece, geralmente, na Praia Vermelha, onde todo mundo bebe bastante, óbvio, menos eu, por causa da minha gastrite crônica antral leve. Não fui à choppada do primeiro período, então essa de ontem foi a minha estreia. Confesso que não tinha boas expectativas pro evento, e nem ligava pra isso, afinal, tudo que me importava estava contido num único corpo, de carne e osso, naquela pequena multidão.
Esse não é o tipo de ambiente que gosto de frequentar, tanto pelo barulho, quanto pela fumaça de cigarro onipresente, mesmo num ambiente aberto. Sinto como se não pertencesse àquele lugar. “The Outsider”.Longe de querer julgar o comportamento alheio, só não é do meu interesse agir como a grande maioria em eventos assim. Também não sou adepto da descartabilidade da carne (inventei esse termo hoje no ônibus), apesar de concordar que parece atrativo aos meus instintos e mais seguro do que algo mais profundo e sério. “How To Be A Heartbreaker” “Homewrecker”. Então, sem participar das atividades mais comuns de uma choppada, fiquei recluso ao meu “Lonely Hearts Club”, o que acabou sendo mais proveitoso do que o resto.
Nada resta a fazer senão conversar, extravasar a alma, servir como uma terceira perna pra quem não consegue se suportar com duas. No meio dessas trocas semiológicas, pode aparecer conteúdo inesperado e desejado, mas nocivo: a verdade. Ela dói, ao mesmo tempo em que te faz querer saber mais. A curiosidade ameaça todo o funcionamento psicológico, nada se torna mais importante do que saciar essa sede de conhecimento. A esperança é aquele grilo verde e a verdade, um sapo gordo e horrendo que o abocanha de primeira. Esse foi o destino de boa parte das minhas boas expectativas, ou seja, virou merda. “Starring Role”. Esse é o clímax do episódio que, até então, parece uma tragédia. Uma frustração que já senti antes e não aprendo a me defender contra. Meu mundo cai e minha abstinência do conjunto fones de ouvido + cama atinge níveis perigosos, me fragilizo física e psicologicamente. Deus sabe o mal que a combinação disso pode me trazer, é uma força autodestrutiva muito intensa que vem de dentro, não tem escapatória.
Mudança de ares, eis a solução para o caos. A saída daquele ambiente “carregado”, como diriam as gerações anteriores da minha família, e a ida para um local reservado e só com gente de bem amenizou os efeitos colaterais da verdade. Uma dose de risos e descanso foram suficientes para me manter de bom humor por algumas horas. Aliás, eu nunca tenho mau humor, tá mais pra uma recaída da minha carga positiva. Welcome to the life of Electro Heart!
Anonymous asked: é você na foto?
No ícone, sim.
1. Praia Vermelha;
2-5. Morro da Urca;
6. Praça Cacilda Becker;
7-10. Ao redor do lugar que esqueci o nome, onde os barcos pesqueiros e turísticos estacionam.
Tudo isso na Urca.
O conselho mais dado, normalmente, quando é necessário tomar uma atitude em momentos de indecisão é a balança simbólica. É preciso analisar os prós e contras, causas e consequências da indecisão e do motivo dela. É um processo lógico. Porém, a lógica se desfaz quando a medida usada para pesar essas divergências é emocional. Quilos viram toneladas, libras viram gramas e até o litro, que mede volume, entra nesse esquema. Não dá pra saber se o cálculo tá certo, se o ato a ser posto em prática vai ser justo. Tudo vira incertezas e o equilíbrio da balança se compromete.
Para ser mais concreto, tenho dúvidas quanto ao tratamento que devo dar as certas pessoas o plural me salvando de possíveis situações delicadas. Além de não saber medir os pesos, não consigo chegar a uma definição exata de um dos lados da balança. Para descobrir o quanto este vai alterar a pesagem, tenho que esperar algo vindo do sujeito - o que não tem data certa pra acontecer - ou me tornar um mestre em telepatia e desvendar esse mistério eu mesmo dentro da cabeça alheia. Esse é o ponto mais crítico: não quero esperar pelo incerto, quero tomar uma atitude e, ao mesmo tempo, não posso.
Enquanto a coleta de dados não chega ao fim, vou tomando medidas de austeridade para empurrar a crise com a barriga tô ligado no que tá acontecendo na Europa, então sei bem como fazer isso. São pequenos esforços cotidianos que fazem eu me sentir no controle da situação, mesmo estando pedido em meio ao caos sentimental. Ao aparentar mais força perante a mim mesmo, posso aguentar mais tempo de indecisão, vulnerabilidade e receio do pior.
A balança representa, nada mais, nada menos, do que a justiça. Meus parâmetros devem levar em conta o meu bem-estar, é claro, mas também as prováveis consequências para a(s) outra(s) parte(s). Como consta nos meus princípios, não posso deixar ninguém sofrer injustamente por minha culpa, mesmo que o indivíduo se mostre indigno da minha bondade - exatamente o que está acontecendo agora. Ainda não é hora de acordar o meu gênio maligno.